Um episódio alarmante envolvendo o secretário municipal de Educação de São Gabriel do Oeste está gerando revolta e cobranças por providências imediatas por parte da população. A coordenadora de educação infantil Luzia, que ocupa cargo comissionado na rede municipal, acusa o secretário de tê-la humilhado, coagido e xingado durante o expediente, dentro da sede da Prefeitura.
De acordo com o relato, o secretário teria gritado com a servidora na frente de outros colegas de trabalho, exigido que ela apagasse suas redes sociais e proibido manifestações públicas. O mais grave: ele teria obrigado Luzia a assinar uma ata formalizando essas ordens, sob pressão psicológica intensa.
O impacto da situação foi tão severo que a coordenadora precisou de atendimento médico de urgência e está afastada por recomendação médica, em decorrência do trauma emocional sofrido.
O caso choca ainda mais por ter ocorrido justamente em agosto, mês dedicado à campanha Agosto Lilás, que promove ações de combate à violência contra a mulher em todo o país. Na mesma semana da denúncia, a primeira-dama do município gravava um vídeo institucional sobre o tema, enquanto, segundo os relatos, uma mulher era psicologicamente violentada dentro da própria administração pública.
A denúncia lança uma sombra grave sobre a gestão municipal e levanta perguntas urgentes:
O que fará o prefeito Leocir Montagna diante das acusações contra o seu secretário?
Vai manter no cargo alguém acusado de comportamento incompatível com os princípios da gestão pública e da dignidade humana?
Se os fatos forem confirmados, a expectativa da sociedade é clara: exoneração imediata. Qualquer hesitação nesse sentido poderá ser interpretada como conivência e desrespeito à causa da proteção das mulheres.
Violência psicológica também é violência. E precisa ser combatida com seriedade, especialmente por quem ocupa posições de liderança no serviço público.
Concordo plenamente , esse indivíduo em público age assim com uma mulher, imagina essa criatura em privado…